Profissionais de marketing criando conteúdo autêntico para redes sociais

A Autenticidade é o caminho a trilhar, afinal, rede social é para ser social não é mesmo?

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por Edu Costa – Gestor de Tráfego Grupo Fismatek

O mundo do conteúdo digital atingiu um ponto que precisa de atenção especial para aqueles profissionais que desejam transmitir conhecimento através de um conteúdo genuíno para sua audiência. Você já percebeu que feeds, reels, stories… parecem vindo do mesmo Designer? Sim, a Inteligência Artificial trouxe características que se repetem, principalmente se o profissional que criou o prompt não teve o cuidado necessário. Todas as imagens ficam com as mesmas características “mesma cara”, o “mesmo tipo de texto e formatação”. E isso, na minha visão, é muito chato de se acompanhar, afinal, rede social é para ser social, pessoas falando com pessoas não é mesmo?

Ao invés disso, IAs sendo treinadas com conteúdos de outras IAs, criando um ciclo de mesmice que sufoca e satura a atenção do usuário. Desde o início de 2026, os algoritmos como do Instagram, por exemplo, pararam de priorizar apenas a popularidade (likes, engajamento, retenção), para focar em sinais de humanidade para calibrar suas entregas. Você já deve ter respondido a pergunta da plataforma se deseja ver mais daquele tipo de conteúdo.

 

E o que fazer, como competir com tantos conteúdos gerados por IAs? Como usar isso, de maneira que potencialize e não distancie seu público?

Acredito que a autenticidade em 2026 não significa ignorar a tecnologia, mas sim, explorar a sua função de forma estratégica. O erro de muitos profissionais é usar a IA como o “primeiro cérebro” (quem gera a ideia), termo que observei Rafael Kiso citar, especialista em marketing baseado em dados.

A IA, na verdade, poderia ser o “segundo cérebro” (quem ajuda a organizar, lapidar e formatar uma ideia que nasceu de uma experiência humana real). Essa é a maneira que acredito que deva se experienciar o uso da IA no dia a dia. Os formatos criados de forma genuína, pensados primeiramente pelo humano, ganham relevância em um cenário onde todos parecem iguais.

E você, concorda que os conteúdos estão com “cara de IA”. Será que os times criativos não poderiam melhorar essa situação?