Por Dra. Paola Foxy
Tecnologia, estratégia e naturalidade para cuidar dos tecidos e preservar a identidade
Eu trabalho com o HIFU (ultrassom micro e macrofocado) e, ao longo da minha experiência na clínica, fui percebendo o quanto essa tecnologia pode agregar quando é utilizada com conhecimento, estratégia e, principalmente, pelas mãos certas.
O HIFU é uma tecnologia que permite trabalhar diferentes profundidades dos tecidos, e isso abre muitas possibilidades dentro de um planejamento estético.
Na face, podemos estimular a produção de colágeno e a remodelação tecidual, melhorando firmeza, sustentação e qualidade da pele, sem acrescentar volume.
E isso, para mim, é um dos grandes diferenciais quando falamos em rejuvenescimento: trabalhar a estrutura e a qualidade dos tecidos sem mudar a identidade do paciente.
Já no corpo, o ultrassom macrofocado pode alcançar planos mais profundos, inclusive a camada de tecido adiposo, auxiliando na remodelação dessa região e contribuindo para uma melhor definição do contorno corporal.
E é justamente aí que eu vejo o HIFU como uma ferramenta muito importante dentro da clínica: ele não precisa ser pensado apenas como um procedimento isolado, mas como parte de um gerenciamento do envelhecimento e da qualidade dos tecidos.
Para mim, tecnologia sozinha não faz milagre. O resultado está na associação entre uma boa avaliação, conhecimento da anatomia, escolha adequada da profundidade e dos parâmetros, indicação correta e as mãos de quem está realizando o procedimento.
Quando tecnologia e conhecimento caminham juntos, conseguimos resultados muito mais naturais e coerentes
É isso que eu busco na minha prática: estimular, remodelar, tratar a flacidez e melhorar o contorno sem exageros e sem transformar a pessoa em outra.
Porque, no final, o objetivo não é simplesmente parecer mais jovem.
É envelhecer bem, preservar a própria identidade e cuidar dos tecidos ao longo do tempo.
